Por que denunciar a Zynga e seus jogos de Facebook

Este texto escrito por mim foi originalmente publicado no blog dedicado ao meu TCC.

Se você tem uma conta no Facebook, é quase certo que já se deparou com os joguinhos sociais da rede, como Mafia Wars, Farmville, The Ville ou CityVille, todos carregados de muita criatividade em seus nomes, é claro. Estes e muitos outros são produtos da Zynga, uma empresa que se expandiu e se especializou em lucrar com esta nova plataforma de jogos casuais. Você já conheceu algum louco viciado em Farmville que acordava de madrugada para verificar suas plantações ou mesmo que gastou dinheiro real para adquirir alguns pixels intangíveis? Pois este é o nível de sucesso que a empresa alcançou, em seus melhores tempos.

Porém, o que se vê atualmente é a Zynga mal das pernas, sofrendo quedas pesadas em sua rentabilidade, além de ter um processo nas costas de uma das maiores empresas do ramo dos videogames, a Electronic Arts (que publica games como The Sims, série Mass Effect, SimCity e muitos, muitos outros).

O que de fato aconteceu?

A Zynga foi fundada em 2007 por Mark Pincus, e seu primeiro produto era um versão do popular jogo de poker Texas Hold’em; dois anos depois, ela já era a maior desenvolvedora de games para o Facebook, com uma base de 40 milhões de usuários ativos mensais.

A empresa aparentemente tem um cultura tão agressiva dentro da empresa quanto fora: muitos relatos indicam que o trabalho na Zynga é extremamente competitivo e estressante. Em 2010, um ex-funcionário citou o que Mark Pincus disse em um momento de brutal honestidade: “Eu não quero porra nenhuma de inovação. Você não é mais esperto que sua concorrência. Apenas copie o que eles fazem e continue até alcançar os números deles”. Wikipedia

Outro aparente empregado anônimo disse o seguinte:

As pessoas dispostas a se entregar aos joguinhos políticos ganhavam o status de ‘rockstar’, bônus quadrimestrais e promoções. A direção de projeto e metas eram revertidas diariamente, inovação de qualquer tipo era uma dificuldade — nós éramos forçados constantemente a mudar nossos games para serem mais próximos ao estilo Farmville/Cityville. Seis semanas antes do lançamento, o estúdio viajou até São Francisco para lançar o jogo — 12 horas por dia, 7 dias por semana, livres da distração de amigos, esposas e namoradas. Eu vi alcoolismo e drogas sendo abusadas como nunca, relacionamentos se azedarem (incluindo o meu), pessoas dormindo nos sofás do escritório, dois desenvolvedores se divorciaram, um caso de colapso nervoso. Eles tentaram jogar panos quentes com mais ações de bolsa, comida grátis e camisetas. Comida gratuita não adianta muito quando você já perdeu 6 kg por não se alimentar bem. (Kill Screen)

No início do ano, uma imagem circulou a internet e deu o que falar (traduzimos ela abaixo, veja o original aqui): tratava-se de uma carta aberta destinada a Zynga, feita pela Nimblebit, a pequena empresa responsável pelo jogo Tiny Tower, que ganhou o prêmio de melhor game do ano para iPhone em 2011. No início de 2012, a Zynga lançou o Dream Heights. Embora existam outros jogos de temática similar (SimTower do distante ano de 1994 é um exemplo), a época de lançamento e outras ocorrências fazem sobrancelhas se contraírem diante da coincidência.

Nimblebit e seu Tiny Tower vs. Zynga e Dream Heights

O site Business Insider fez uma compilação brilhante dos jogos da Zynga e suas “inspirações”. Traduzimos o material abaixo:

E o lançamento do The Ville foi cutucar a onça com vara curta, pois a gigante Electronic Arts acredita que o jogo é similar demais ao seu The Sims Social, e está preparada para acabar com a fanfarronice da Zynga.

“Este é um caso de princípio”, disse Lucy Bradshaw, gerente geral da EA Maxis. “A Maxis não é o primeiro estúdio a alegar que a Zynga copiou seu produto criativo. Mas nós somos o estúdio com os recursos financeiros e corporativos para se manter firme e fazer algo a respeito. Violar copyright de um desenvolvedor não é uma prática aceitável na criação de games.” Gamasutra

Os valores das cores RGB nos tons de pele do The Ville são idênticos aos do The Sims Social. Considerando que as diferentes combinações resultariam em mais de 16 milhões de combinações diferentes, seria simplesmente impossível isso acontecer por coincidência.

Em meio a demissões, afastamentos de diretores e quedas vertiginosas nas ações da empresa, o rumo é incerto. Quando o preço das cotas caíram para $10, investidores e empregados foram proibidos de vender suas ações, porém um grupo seleto conseguiu burlar as restrições, vendendo adicionais $515 milhões. Após o término das restrições de venda, as ações haviam caído em valor para apenas pouco mais de $3. O resultado? mais processos para cima da empresa.

O problema é que as pessoas não gastam mais dinheiro real com os artifícios pixelizados da empresa. No meio de 2012, a Zynga anunciou seus planos de se monetarizar com jogos de aposta, uma área complicada por conta das leis federais nos Estados Unidos. Para quem se aproveitava do vício de sua base, este parece ser o caminho natural de uma empresa sem muitos problemas com escrúpulos.

Para saber mais e outras fontes:
Documento oficial EA vs. Zynga
The case against Zynga: What if EA wins?
EA sues Zynga, claims The Ville is a copy of The Sims Social
Zynga COO John Schappert resigns
Anonymous Zynga employee seeks sympathy from web, solicited for inside information instead.
In copyright lawsuit against Zynga, a win for EA could be a win for indie developers.
Zynga pays $75,000 for online gambling lobbyists
Zynga looks to online gambling as player spending slumps
The Ville rises to the top while other Zynga games falter
Zynga: The worst may be yet to come
First insider trading lawsuit filed against Zynga after executives cash out
How Zynga cloned its way to success
Zynga’s Secret To Success: Steal Great Ideas!
First Zynga insider trading lawsuit filed

Majora’s Mask: Stone Tower

Maio é o mês dedicado a um dos meu jogos preferidos de todos os tempos, The Legend of Zelda: Majora’s Mask. Estou fazendo uma série de traduções de artigos interessantes coletados de vários lugares por aí.

Stone_Tower_Temple

Stone Tower: Porque Termina estava condenada

por Hylian Dan
tradução eu

Shigeru Miyamoto uma vez declarou em uma entrevista na Nintendo Power que o principal objetivo da equipe responsável por Majora’s Mask era “apresentar algo muito misterioso”. O game convida o jogador a agir como um detetive, a investigar os segredos e problemas tanto das pessoas de Termina como do próprio lugar, e a curá-los no final. Apesar da história central (um duende problemático trajando uma máscara amaldiçoada induz uma lua a cair) parecer razoavelmente simples, muitos detalhes sutis presentes no jogo adicionam camadas de escuridão e complexidade a este conto.

Um exemplo seria a história implícita do filho do Deku Butler. Ao ser transformado em um Deku Scrub, Link encontra uma estranha árvore que se assemelha à sua forma atual e parece estar chorando. Depois, Link encontra o Deku Butler, que se recorda de seu filho desaparecido ao ver o herói na forma Deku. No final do jogo, ele é visto chorando perante à estranha árvore. Apesar de nunca ser dito com todas as letras, fica claro que a Majora’s Mask forçou Link para sua forma Deku ao se apropriar da alma do filho do Deku Butler, deixando uma árvore inanimada em seu lugar.

Quando eu estava jogando o Majora’s Mask novamente, percebi várias sutilezas que pareciam penetrar os mistérios do jogo e me conduziram a uma descoberta chocante. Entendi que a queda da lua pode não acontecer apenas por consequência das ações do Skull Kid. Como o seu próprio nome indica, o mundo de Termina evidentemente está marcado para acabar desde os primórdios de sua história sombria. Estes detalhes no jogo indicam que os atos malignos do povo terminiano resultaram no apocalipse iminente. E tudo está ligado à Stone Tower.

Muitas pessoas perceberam e não deram muita bola ao fato da imagem sagrada da Triforce ser vista nas línguas das estátuas que conduzem a leste de Termina. Esta região não parece ter conexão com as deusas da Triforce e nenhum de seus habitantes parece cultuar ou mesmo conhecer elas, então o símbolo da Triforce parece ser mais uma piada inclusa por algum designer aleatório da Nintendo. Mas considerando todo o resto do jogo, tais detalhes talvez não devessem ser dispensados tão rapidamente.

Termina pode não fazer parte do mundo de Hyrule, mas as deusas certamente não são inexistentes neste lugar. Em Hyrule, Zelda rezava para a Goddess of Time, pedindo para que ela apoiasse Link. E quando ele estava em Termina, esta deusa o ajudou de novo e de novo. Isso comprova que as mesmas deusas vigiam tanto Hyrule e Termina.

Eu acredito que Goddess of Time é outro título para a Goddess of Wisdom, Nayru. De acordo com o Ocarina of Time, Nayru criou as leis naturais do universo, o que deve incluir o tempo. Ainda mais, a cor azul é associada tanto a viagem do tempo como a Nayru. Majora não menciona Nayru por seu nome pelo mesmo motivo que o nome da Navi nunca é mencionado: as pessoas que não jogaram Ocarina não as conheceriam e elas não são vitais para a história a ponto de ter que dar longas explicações sobre um jogo anterior. Pessoas que jogaram OoT devem ser capazes de entender quais personagens Majora faz referência e as pessoas que não jogaram OoT ainda seriam capazes de apreciar a história sem captar estas informações.

Quando Link encontra Kaepora Gaebora no pântano, a coruja menciona que Termina está destinada a desaparecer. Isso foi um comentário passageiro, ou o lugar realmente foi marcado para a destruição muito antes do Skull Kid encontrar a Majora’s Mask? Se as deusas estão realmente vigiando Termina, porque ela tem um destino tão sombrio?

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A resposta me parecer ser que o povo antigo de Termina rejeitaram as deusas. As estátuas que levam até Stone Tower mostram figuras lambendo a Triforce, sinais de blasfêmia. E dentro de Stone Tower, a difamação contra as deusas é ainda mais obscena e terrível.

A Triforce pode ser vista novamente escondida no fundo dos blocos flutuantes que Link manipula para entrar no templo. Cada bloco retrata uma criatura nua sentada com a língua de fora entre suas pernas, onde ele lambe a Triforce.

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E no topo do Stone Tower, a entrada do templo está cercada por quatro pilares um tanto fálicos. Próximos a cada um deles, há uma enorme mão em chamas apontando para os céus. Esta arquitetura desconcertante parece mandar uma certa mensagem implícita: “Danem-se vocês, deusas!”

Isso tudo nos leva a uma pergunta: por que os antigos Terminianos rejeitaram as deusas? Quando elas criaram Termina, incluíram também os quatro guardiões que delimitam o mundo e protegem as pessoas. Os Gigantes são similares a Great Deku Tree: eles são místicos e benevolentes, vigiam os diversos povos e podem ser sobrepujados por seres mais potentes.

No início da história de Termina, os Gigantes salvaram as pessoas do caos que o Skull Kid trouxe a elas. O povo então passou a cultuá-los como deuses. Após tudo isso, as deusas talvez tenham revelado sua existência e oferecido um pacto com Termina por meio da Triforce, assim como elas fizeram com Hyrule. A existência de imagens da Triforce indica que Terminianos antigos possuíam conhecimento da Triforce. É possível que eles tenham rejeitado a ideia de que divindades femininas poderiam ser superiores a seus queridos Gigantes homens. Isso poderia explicar o porquê deles construírem quatro grandes pilares representando parte do corpo masculino voltados para as deusas.

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Mas Stone Tower foi construído como mero testamento da rejeição destas deusas por parte do povo? Existem indícios que sugerem que a torre foi construída com uma motivação ainda mais deturpada. Na primeira sala de Stone Tower Temple, um estranho vórtex é visível mais adiante, escondido pelos caminhos invertidos acima. Ele não partilha do mesmo design do portal para o covil de Twinmold nem da luz brilhante que aparece quando Link acaba com a maldição de Ikana, o que dá a entender que a Nintendo incluiu este detalhe intencionalmente. Minha teoria é de que o portal leva ao domínio das deusas, e que Stone Tower foi talvez construído para funcionar como uma escadaria para os céus, como uma espécie de Torre de Babel.

Dentro do templo, Link encontra a Giant’s Mask, que contém um poder tremendo. As histórias contadas pela avó da Anju claramente estabelecem que o povo antigo de Termina amava os Gigantes. Se há alguma importânca para a máscara, parece que ela foi criada como uma homenagem a eles. Ainda mais, os quatro pilares fálicos no exterior do templo indicam que os Terminianos acreditavam que os Gigantes eram superiores às deusas. Estes detalhes parecem sugerir que os construtores de Stone Tower tinham como objetivo invadir os céus e usar o poder de um Gigante para assassinar as deusas. Quem eram os corruptos que construíram a torre? Não há informação o suficiente para saber com certeza, mas considere a sala mais profunda do templo, onde Link encontra o líder da tribo Garo esperando por ele. O Garo Master também usa uma máscara similar a Giant’s Mask.

Se este construtor realmente queria se lançar numa guerra contra as deusas é discutível, mas parece estar claro que Stone Tower era um monumento ofensivo, e as deusas se viram obrigadas a agir. Diante disso, elas viraram o mundo de cabeça para baixo.

Para realizar isso, Link precisava atirar uma Light Arrow no emblema de Stone Tower, que o Garo Master descreve como sendo manchado de sangue. Este guardava estas flechas especiais. A Light Arrow é uma arma divina que visa acabar com os maldosos. Em Ocarina of Time ela é dada ao Link pela Zelda. O que elas faziam largadas em um dos piores cantos de Termina?

Eu chutaria que as deusas enviaram as Light Arrows para que elas pudessem derrotar os corruptos.

O emblema ensanguentado de Stone Tower talvez simbolize a arrogância maligna de seus arquitetos. Quando a Luz da Justiça o ilumina, a justiça é servida para essas pessoas. Os construtores de Stone Tower buscavam pelos céus, mas uma vez que o universo foi revirado, eles se encontraram numa espécie de inferno: o domínio do deserto.

De acordo com Happy Mask Salesman, a antiga tribo que primeiro uso a Majora’s Mask eventualmente selou o artefato, temendo a devastação que cairia sobre eles. No final do jogo, quando Link é puxado pela lua para um universo surreal, parece que aquela tribo era a que o Salesman havia referenciado. Considere como aquele lugar parece ser o total oposto do deserto onde Link lutou contra Twinmold. A antiga tribo havia selado a Majora’s Mask naquele deserto, desejando que ela nunca fosse encontrada. Mas ela foi.

Os arquitetos de Stone Tower encontraram a Majora’s Mask. Eles construíram torres enfeitadas com a imagem da máscara e a trouxeram de volta para o seu mundo. Parece que as deusas puniram os corrompidos ao permitir que o demônio destrutivo escapasse de volta para o seu mundo.

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Também é válido apontar que Majora parece ser um demônio feminino. Que melhor forma das deusas punirem estas pessoas obcecadas com seus deuses homens que libertar tal criatura? Além dos gritos femininos e suas danças, os padrões no corpo de Majora’s Wrath lembram seios e ovários. Pode ser coincidência, mas sempre achei estas marcações meio estranhas.

Esta teoria provavelmente parece exagerada, mas na verdade existe evidência que praticamente prova que a Majora’s Mask tem alguma conexão com a torre. Na primeira sala de Stone Tower Temple, há uma estátua gigantesca com um rosto deformado de língua de fora. Quando o templo é virado de ponta cabeca, ela lembra a Majora’s Mask, possuindo dois grandes chifres acima de seus olhos, chifres nas laterais do seu rosto e sua forma é similar a de um coracão, apesar da parte de baixo estar sumida.

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A estátua está incompleta, porque esta parte se quebrou. Não apenas um dos chifres se quebrou, mas também parte do emblema de Stone Tower que figura na estátua. O resto do emblema não existe mais.

Estranhamente, ela tem apenas dois chifres de cada lado, enquanto a Majora’s Mask tem quatro.

A porta acima da estátua leva diretamente ao deserto, funcionando essencialmente como um portal para este lugar.

E no deserto existem monumentos retratando a Majora’s Mask. Eles mostram a máscara com um nariz e uma boca, e apenas dois chifres de cada lado de seu rosto.

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O Happy Mask Salesman conhece a história da tribo anciã que selou a Majora’s Mask e lembra muito das crianças na lua, que parecem representar aquela tribo. Se ele possui algum tipo de conexão com elas, talvez tenha percebido que sua máscara maligna havia escapado de sua prisão e estava livre para condenar este mundo desafortunado. Ele saiu para sua jornada a fim de encontrar a localização da máscara, e conseguiu. Ele a tirou de Termina para Hyrule, o mundo favorecido pelas deusas. Mas o poder da Majora não estava destinado para este lugar, então o destino fez o Skull Kid roubar a máscara e trazê-la de volta a Termina, finalmente dando o pontapé para os eventos apocalípticos se sucederem.

Mas conforme a Termina moderna foi dividida pelo poder da máscara, parece que as deusas se apiedaram deste mundo que tanto precisava de cura. E do modo que eu vejo, Link, o Hero of Time, também precisava de uma cura após as provações de Ocarina of Time. Ele era um solitário desesperadamente em busca de sua querida amiga. Entre ser um Hylian em meio a Kokiris e uma criança no corpo de um adulto, o destino sempre pareceu separá-lo daqueles ao seu redor. As aventuras de Link em Termina finalmente permitiram que ele superasse sua solidão e amadurecesse conforme ele ajudasse a aliviar os sofrimentos e problemas particulares dos demais habitantes, recebendo em troca gratitudes sinceras na forma de máscaras. Conforme Link se curava, ele também curava Termina para que seu destino pudesse ser mudado.

Mas conforme a Termina moderna foi dividida pelo poder da máscara, parece que as deusas se apiedaram deste mundo que tanto precisava de cura. E do modo que eu vejo, Link, o Hero of Time, também precisava de uma cura após as provações de Ocarina of Time. Ele era um solitário desesperadamente em busca de sua querida amiga. Entre ser um Hylian em meio a Kokiris e uma criança no corpo de um adulto, o destino sempre pareceu separá-lo daqueles ao seu redor. As aventuras de Link em Termina finalmente permitiram que ele superasse sua solidão e amadurecesse conforme ele ajudasse a aliviar os sofrimentos e problemas particulares dos demais habitantes, recebendo em troca gratitudes sinceras na forma de máscaras. Conforme Link se curava, ele também curava Termina para que seu destino pudesse ser mudado.

Eu também acredito que Link não estava indo contra as deusas ao salvar o mundo condenado, pois sem o auxílio da Goddess of Time ele teria falhado. E quando a lua é enviada de volta para os céus, um enorme arco-íris aparece por toda Termina, talvez como um símbolo de que as deusas perdoaram este mundo.

Apesar de parte desta especulação provavelmente estar incorreta, estou convencido de que de fato existem mais camadas na história de Majora’s Mask do que aquelas que a maioria já encontrou.

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